A unidade identifica um momento adequado
Os profissionais responsáveis definem quando e para quem a utilização pode fazer sentido, de acordo com o contexto e regras da unidade.
Uma solução que junta equipamento, conteúdos audiovisuais imersivos e um processo simples de utilização. A tecnologia fica em segundo plano; a experiência da criança vem primeiro.
Os profissionais responsáveis definem quando e para quem a utilização pode fazer sentido, de acordo com o contexto e regras da unidade.
Natureza, espaço, animais, viagem, cultura, música, desporto ou outra experiência disponível. Poder escolher faz parte do envolvimento.
O equipamento é verificado, higienizado e ajustado antes da sessão.
A criança entra num conteúdo com imagem imersiva e, consoante a experiência, som ambiente, música, voz, narração ou uma combinação destes elementos.
A experiência pode ser supervisionada e interrompida a qualquer momento por necessidade clínica, desconforto ou vontade da criança.
Depois da sessão, o equipamento segue o procedimento definido de limpeza e preparação para uma utilização futura.
Por trás de cada sessão existe uma estrutura que ajuda a equipa a encontrar o conteúdo certo e a preparar os equipamentos sem transformar a experiência numa tarefa técnica complexa.

Os conteúdos podem ser organizados por temas — oceano, natureza, animais, Madeira, espaço, cultura, desporto e muitos outros — para facilitar a escolha.
Cada experiência pode combinar vídeo 360º ou imersivo com som ambiente, música, voz, narração ou áudio-guia, de acordo com o objetivo do conteúdo.
A solução pode ser configurada com vários headsets, permitindo organizar a disponibilidade dos equipamentos e simplificar a preparação de cada sessão.
Importante: a interface e a configuração final podem variar consoante a unidade, o equipamento e a evolução tecnológica do projeto.
O 360Dreams não é uma pasta de vídeos entregue ao hospital. A implementação pode integrar várias componentes, dimensionadas à realidade da unidade.
Nem todos os conteúdos precisam da mesma fórmula. Alguns vivem sobretudo da natureza e do som real; outros beneficiam de uma voz-guia, de uma história ou de uma mensagem especial.
Explorar formatosO desenho final depende do projeto, mas a lógica é simplificar a adoção.
Seleção e organização de vídeo, som e experiências por temas e perfis de utilização.
Preparação dos equipamentos, acessos e modo de utilização.
Orientação prática para preparar, iniciar, acompanhar e terminar sessões.
Procedimentos definidos com a unidade e compatíveis com o equipamento escolhido.
Acompanhamento, atualização e substituição podem ser definidos no serviço.
A biblioteca pode crescer com produções próprias, licenciadas ou criadas com parceiros.
Num hospital público, o objetivo é encontrar parceiros que financiem a implementação. Numa unidade privada, o serviço pode ser contratado diretamente. A lógica operacional pode ser semelhante; o financiamento é que muda.
Ver os dois modelosIdentificar serviço, idades, momentos e necessidades.
Definir Social ou Private e a respetiva forma de financiamento.
Selecionar biblioteca, vídeo e áudio adequados.
Testar equipamento, operação e adesão.
Recolher feedback e decidir continuidade ou expansão.
Equipamento, conteúdos, operação e modelo de financiamento.